Terminei, finalmente, de ver a primeira temporada de Heroes e voltei a ver filmes. Já tava ficando feio chegar cliente na locadora e eu não ter visto nada.
Quanto a série, realmente é muito boa. Instigante até o final, bem amarrada e bem escrita. Valeu a pena.
Já me disseram que a segunda temporada cai bastante de qualidade, mas prefiro ver pra opinar.
Os três primeiros filmes que vi, foram:
Alvin e os EsquilosMelhor estilo "sessão da tarde". Extremamente divertido e bem feito. A aparição dos esquilos em cena é boa e as dublagens melhor ainda. E a presença do Jason Lee, que só de aparecer em cena me dá vontade de rir, é um atrativo a mais.
A história é bobinha, como tem que ser, mas vale a pena. Divertido na medida certa.
A Última HoraDocumentário produzido e narrado por Leonardo DiCaprio.
Inicialmente, quando soube que o cidadão supracitado estava envolvido na produção de um documentário que trata sobre aquecimento global e cagadas que o homem faz com o planeta, achei meio oportunista da parte dele. Como um queridinho de Hollywood ia fazer algo assim e criticar o próprio país? Meio improvável. Mas cheguei a ver algumas entrevistas dele falando sobre isso, mudei de opinião e fiquei curioso em ver o filme.
Vi no mesmo dia que recebi e achei muito bom. Catastrófico e revoltante, levando em consideração a forma que a nossa espécie trata o planeta. Mas, comparando com o outro blockbuster do gênero (Uma Verdade Inconveniente) em alguns aspectos é até melhor. Dá um tom de debate de entendimento muito mais fácil pra maior parte das pessoas e mostra que não é tão fora do normal assim tentar reverter a situação. Principalmente se o país do cowboy texano quiser colaborar. Boa parte dos problemas seriam resolvidos...
Candy
Tenho uma predileção enorme por filmes de drogados. Normalmente são filmes nos quais você vê situações não muito distantes da realidade atual e nos quais os atores, na maior parte das vezes, parecem se sentir a vontade. Não por se identificarem com os papéis, mas por ser algo tão humano e provável que a naturalidade deles nos faz imaginar aquela história como real.
Primeiramente devo ressaltar que é, no mínimo curioso, ver um filme com o Heath Ledger no qual ele se afunda em heroína e cocaína. Isso poucos meses depois de ele ter morrido como morreu.
O filme trata da história de um casal: a Candy do título (que também é um belo trocadilho com os entorpecentes usados) e Dan. Ele, um chapado que a coloca nesse mundinho mega-saudável. Ela, uma menina apaixonada e com problemas familiares que se perde junto com o namorado.
O mais legal do filme é o amor e a cumplicidade dos dois. Por mais que sejam chapados, são razoavelmente conscientes da situação e de que uma bela hora terão de parar. O problema é que heroína não é balinha de criança... e largar essa porra não é fácil.
Pra quem gosta de "Trainspotting", "Réquiem para um Sonho", "KIDS", e outros filmes do gênero, é um prato cheio.
Marcadores: cinema, séries de tv
postado por Rodrigo às 8:50 AM
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Se um dia alguém pensar em fazer cirurgia plástica e assistir a um episódio de Nip/Tuk antes, muda de idéia na hora.
Ô troço bizarro...
Marcadores: nojeiras, séries de tv
postado por Rodrigo às 9:35 PM
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Finalmente comecei a ver Heroes.
A idéia da série, altamente influenciada por quadrinhos, me pareceu interessante desde a primeira vez que ouvi falar. Como meus gostos nerds são notoriamente conhecidos, tinha tudo pra gostar dessa série.
Era pra ter começado a ver há bastante tempo, já que tenho a primeira temporada na locadora há uns 6 meses. Mas o aparelho de dvd de lá tava todo capenga e alguns discos, por mais novos que fossem, ele não carregava de jeito nenhum.
Mas, falando da série, realmente é bem legal.
O começo é meio cansativo. Até os primeiros personagens descobrirem seus poderes, tudo é meio arrastado e "solto" demais. Às vezes dá vontade de parar, de tantos fatos isolados que ocorrem. Mas a partir do quarto episódio, quando algumas pessoas já estão começando a usar os poderes e os personagens vão se ligando, a coisa esquenta e começa a ficar bem interessante. Tô no 5º episódio e a história parece que vai engatar daqui pra frente.
A única coisa que realmente incomoda, fica na parte da interpretação. Três dos principais personagens são muito ruins: Mohinder Suresh (interpretado por
Sendhil Ramamurthy), Peter Petrelli (
Milo Ventimiglia) e Isaac Mendez (
Santiago Cabrera). As atuações desses três aí é de doer. Eles variam entre o insosso e o clichê com uma desenvoltura impressionante.
E os melhores (pelo menos até agora) realmente são o Hiro Nakamura (
Masi Oka) e a cheerleader Claire Bennet (
Hayden Panettiere). Ambos dão o tom exato aos seus personagens, sem exageros e afetação.
Por falar na cheerleader, todos os comentários eram de que ela era a mulher mais bonita da série. Discordo. Não que ela seja feia... muito pelo contrário. Mas a outra loira, Niki Sanders (
Ali Larter) dá um banho ela.
Nota mental: essas duas loiras tomando banho juntas... deus do céu!Já me falaram que na segunda temporada a série perde um pouco de qualidade. Vamos ver. Até agora ela tem tudo pra continuar interessante.
Marcadores: séries de tv
postado por Rodrigo às 1:36 PM
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